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E-commerce

E-commerce cresce 9,7% no Brasil no primeiro trimestre

Na América Latina, compras online também crescem

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número de e-commerce no Brasil

O e-commerce no Brasil registrou vendas totais de R$ 44,2 bilhões no primeiro trimestre de 2024, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Esse número representa um aumento de 9,7% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando o ticket médio por cliente foi de R$ 470, subindo para R$ 492 em 2024.

“As boas experiências em sites e lojas virtuais, além da comodidade em comprar pela internet, têm deixado os consumidores cada vez mais confiantes. Isso favorece a ascensão do mercado virtual. O importante é estar sempre atento às tendências e ao comportamento do cliente”, defendeu Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Os segmentos de eletrodomésticos, eletrônicos, moda e acessórios, informática, saúde e beleza se destacaram no período analisado. O levantamento também revelou que as mulheres são responsáveis por 51% das compras, evidenciando sua liderança no e-commerce.

A expectativa da ABComm para 2024 é que o e-commerce no Brasil alcance R$ 205,11 bilhões até o final do ano. O número de pedidos pode chegar a 418,6 milhões, com um total de 91 milhões de compradores previstos.

Na América Latina, e-commerce também cresceu no primeiro trimestre

Em âmbito global, o relatório Shopping Index, organizado pela Salesforce, analisou o desempenho do comércio eletrônico em mais de 67 países, incluindo o Brasil. O relatório mostrou um crescimento de 13% no e-commerce da América Latina no primeiro trimestre de 2024, embora o montante seja 1% inferior ao registrado no ano anterior. Essa variação é atribuída à alta da inflação e às incertezas econômicas, que deixaram os consumidores apreensivos sobre os futuros gastos.

Os varejistas latino-americanos também registraram uma queda no valor médio das vendas online, com o consumidor gastando cerca de US$ 1,75 por pedido, em comparação com US$ 1,85 no mesmo período de 2023. Este comportamento pode ser resultado de incertezas econômicas e mudanças nos hábitos de compra.

número de e-commerce no Brasil

Imagem: Freepik