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A IA ainda é conversa de bar — e de negócio também
Já passamos da metade de 2025 e a inteligência artificial continua no centro das atenções — seja em reuniões de trabalho, seja nos papos descontraídos de bar. Mesmo após tantos avanços, uma pesquisa recente chamou a atenção ao afirmar que o ChatGPT, uma das ferramentas mais populares do momento, ainda pode “alucinar” em até 39% das respostas. Mas o que isso significa?
Em termos práticos, quer dizer que, apesar dos mais de 100 milhões de acessos mensais à plataforma, o modelo ainda está em processo contínuo de aprendizagem — e essa etapa depende diretamente de nós, seres humanos. Muita gente encara a IA como um “Google melhorado”, quando na verdade ela deve ser utilizada como uma parceira para otimizar tarefas e processos do dia a dia.
Mas como, afinal, tirar o melhor proveito disso?
A resposta está em algo bastante simples: aprender a conversar com a ferramenta. A inteligência artificial funciona melhor quando a interação é clara, objetiva e bem direcionada. Se você não consegue formular bem o que precisa, dificilmente a IA saberá como ajudar. É como tentar explicar um problema complexo para uma criança de cinco anos — e essa é, inclusive, uma boa analogia para começar.
Um bom ponto de partida é mapear os gargalos do seu negócio: o que te toma tempo? Quais tarefas se repetem diariamente? Um exemplo clássico: você precisa enviar, todas as manhãs, um e-mail com uma lista atualizada para seus fornecedores. Isso pode ser facilmente automatizado por um GPT personalizado, economizando tempo e reduzindo o risco de erro.
A chave está em entender que a IA não veio para substituir o pensamento humano, mas para liberar espaço para ele. Ao assumir funções operacionais, ela nos permite focar no estratégico. E, ao tratá-la com clareza, paciência e propósito, os resultados podem surpreender.
Boa semana — e bons comandos.
Imagem: gerada com IA