• Area de Login
  • Cadastro
  • Calendário de Eventos
  • Carrinho
  • Classifieds
    • Manage
  • Cursos
  • Finalização de compra
  • Fornecedor-modelo
  • Guia dos fornecedores
  • Home
  • Home Teste
  • Imóveis
  • Jobs
  • Latest News
  • Loja
  • Minha conta
  • Painel do Usuário
  • Perfil
  • perfil-de-curso-modelo
  • Política de Privacidade
  • Quem Somos

Central do Varejo

E-commerce

Haddad prevê arrecadar R$8 bi com tributação a e-commerce ilegal

Segundo ministro, governo precisa adotar posição mais rigorosa em relação aos chamados “marketplaces” que vendem produtos sem recolher impostos

Publicado

3 anos atrás

on

10 de abril, 2023

Por

Redação

O ministro da Fazenda Fernando Haddad defendeu a tributação do e-commerce ilegal no Brasil. Segundo ele, essa medida poderia arrecadar até R$8 bilhões por ano para o país. Haddad afirmou que o governo precisa adotar uma posição mais rigorosa em relação aos chamados “marketplaces” que vendem produtos sem recolher impostos. O ministro pretende enviar medidas sobre essa questão até o dia 15 de abril. ““O comércio eletrônico faz bem para o país, estimula a concorrência. O que nós temos que coibir é o contrabando, porque está prejudicando muito as empresas brasileiras que pagam impostos”, disse.

De acordo com Haddad, os marketplaces são responsáveis por grande parte do e-commerce ilegal no país. Ele argumenta que essas plataformas permitem que vendedores sem registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) comercializem seus produtos sem pagar impostos, o que prejudica o mercado formal e o próprio Estado. Além disso, Haddad defende a adoção de medidas para coibir a venda de produtos falsificados e piratas pela internet.

Para o ministro, a tributação do comércio eletrônico ilegal poderia contribuir para a redução do déficit fiscal do país e para o fortalecimento da economia formal. Ele argumenta que o Estado precisa de recursos para investir em áreas como saúde, educação e infraestrutura, e que a tributação dos marketplaces seria uma forma justa de arrecadação. Haddad ressalta, no entanto, que é preciso garantir que essa tributação não seja repassada aos consumidores de forma abusiva.

Por fim, Haddad critica o atual regime tributário do governo federal que, segundo ele, é regressiva e favorece os mais ricos em detrimento dos mais pobres. Ele afirma que é preciso promover uma reforma tributária que torne o sistema mais justo e progressivo, reduzindo a carga sobre os mais pobres e aumentando a tributação sobre os mais ricos. Para o ministro, a tributação do comércio eletrônico ilegal poderia ser um passo importante nessa direção, desde que seja implementada de forma adequada e transparente.

Imagem: Valter Campanato/Agência Brasii

Relacionados:DestaquesÚltimas Notícias

Leave a Reply

Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Franchising4 dias atrás

    Franquias baratas: conheça opções de investimento

  • Franchising4 semanas atrás

    Microfranquias: quanto custa e como investir

  • Operação1 semana atrás

    Multicanal: o que é, benefícios e como aplicar a estratégia nos negócios

  • E-commerce3 semanas atrás

    Mobile commerce: entenda o que é e suas características

  • E-commerce3 semanas atrás

    Temu reforça combate à falsificação; iniciativa da empresa reúne 15 mil marcas

  • E-commerce4 semanas atrás

    Férias escolares impulsionam e-commerce e desafiam logística de entregas no Brasil

Copyright © 2026 Central do Varejo - Todos os direitos reservados. essa marca pertence a Goakira Omnibiz CNPJ: 51.110.853/0001-17.

Sair da versão mobile