Operação
Riachuelo tem lucro recorde de R$ 168 milhões no 2º trimestre
Companhia soma 12º trimestre seguido de crescimento no vestuário, com margem bruta recorde de 59,2% e EBITDA consolidado de R$ 461 milhões
A Riachuelo, grupo que reúne as marcas Riachuelo, Casa Riachuelo, Carter’s e Midway Financeira, divulgou nesta quarta-feira (5) os resultados do segundo trimestre de 2026. A companhia registrou lucro líquido de R$ 168 milhões, o maior já alcançado para um segundo trimestre, alta de 36,2% em relação ao mesmo período de 2025.
O Same Store Sales (SSS) de Vestuário avançou 7,8%, 12º trimestre consecutivo de crescimento da categoria, mesmo com a base de comparação de 15,8% no 2T25. A margem bruta de Vestuário atingiu 59,2%, recorde para um segundo trimestre e 11º trimestre seguido de expansão.
Riachuelo tem EBITDA de Mercadorias recorde no trimestre
O EBITDA de Mercadorias somou R$ 342 milhões, alta de 14,7% na comparação anual e resultado recorde para um segundo trimestre, com margem de 17,0%, a maior dos últimos 11 anos para o período.
A Midway, unidade de serviços financeiros do grupo, teve receita bruta em alta de 7,0% e EBITDA de R$ 119 milhões, avanço de 7,2% em relação ao 2T25, sustentado pela expansão da carteira de crédito e manutenção dos indicadores de risco.
O EBITDA consolidado da companhia atingiu R$ 461 milhões, crescimento de 12,7% sobre o mesmo período de 2025, com margem EBITDA ajustada de 17,1%, maior patamar para um segundo trimestre nos últimos 12 anos.
“Os resultados mostram a força dos nossos core business e a consistência da estratégia que temos executado. Conseguimos combinar crescimento das vendas, expansão das margens e um lucro recorde para um segundo trimestre, ao mesmo tempo em que seguimos investindo na marca, na experiência dos clientes e na evolução da nossa operação”, afirma André Farber, CEO da Riachuelo.
A companhia também concluiu a transformação da unidade do ParkShopping Barigui, em Curitiba, que passa a operar como a primeira loja full da Riachuelo no conceito Incrivelmente Brasil. A rede prevê entre 15 e 20 inaugurações e reformas até o fim do ano.
“Seguimos entregando evolução consistente dos indicadores financeiros, combinando crescimento das vendas e expansão da rentabilidade com disciplina na gestão de despesas e na alocação de capital”, afirma Miguel Cafruni, CFO da companhia.
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Imagem: Reprodução