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Carta para a contabilidade é o terceiro assunto mais pedido ao Assistente Cielo, que cresce 132% em cinco meses

Vendas, recebíveis e carta de circularização lideram as conversas, e o pico de uso ocorre em horário comercial, entre 10h e 11h, segundo dados da adquirente

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Assistente Cielo

Vendas, recebíveis e documentos para a contabilidade concentram as conversas dos lojistas com o Assistente Cielo, ferramenta de inteligência artificial da adquirente. Nos últimos cinco meses, o número de interações cresceu 132%, e seis temas somaram cerca de 81,7% das conversas.

Assistente Cielo: consultas de vendas e recebíveis lideram o ranking

No topo estão as consultas sobre quanto o lojista vendeu, com 19,1% das interações, e as perguntas sobre valores a receber, com 18,3%.

Em terceiro lugar, com 14,9%, aparece a carta de circularização, documento pedido pela contabilidade. A solicitação, que antes passava por várias etapas e levava até dois dias úteis, agora pode ser obtida em segundos pelo assistente, segundo a Cielo.

Completam a lista o acompanhamento do status de vendas, com 13,7%, o envio automático de relatórios por e-mail, com 9,3%, e dúvidas sobre produtos, serviços e processos, com 6,4%.

Os dados desmentem a ideia de que o lojista deixa a burocracia para depois do expediente. O pico de uso ocorre entre 10h e 11h, a quarta-feira concentra o maior volume de interações, e os fins de semana respondem por cerca de 11% delas.

Lançado em agosto de 2025 para tirar dúvidas sobre extrato, o assistente ampliou suas funções.

Hoje permite programar o envio recorrente de relatórios, gerar links de pagamento e filtrar informações do extrato em linguagem comum, além de reunir serviços de logística, cadastro e antecipação de recebíveis. Está disponível no site, no aplicativo da Cielo e no WhatsApp.

Segundo Carlos Alves, vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo, pesquisa feita pela empresa com a Expertise na época do lançamento mostrava que um em cada três empresários não acessava o extrato com regularidade, e entre os pequenos o número chegava perto da metade.

“O ranking mostra que a informação nunca deixou de ser necessária. O que atrapalhava era o caminho até ela”, afirma Alves.

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Imagem: Reprodução

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