ESG
Neogrid supera meta de mulheres na alta liderança e amplia formação com foco em IA
A Neogrid encerrou 2025 com 39% de mulheres em cargos de alta liderança, considerando posições de Gerência Executiva, Diretoria e Conselho. O resultado supera a meta anual de 30% estabelecida pela empresa e integra o compromisso público de alcançar 50% de participação feminina nesses cargos até 2030. A meta está alinhada ao movimento Elas Lideram 2030, iniciativa do Pacto Global da ONU Brasil e da ONU Mulheres.
O avanço faz parte da agenda de diversidade, equidade e inclusão da companhia e é conduzido pelo programa DELAS, voltado ao desenvolvimento e fortalecimento da presença feminina na organização. A iniciativa atua em três frentes: ampliação da representatividade em diferentes níveis de senioridade, oferta de ferramentas e ambiente seguro para mulheres e identificação de lacunas estruturais para promover equiparação.
“O avanço na representatividade feminina na alta liderança não é uma ação pontual, mas resultado de um trabalho intencional e consistente de sucessão, desenvolvimento e governança. Diversidade, para nós, é estratégia de negócio e pilar para inovação”, afirma Hanah Chiapani Baptista de Leão, gerente de People Experience e DE&I na Neogrid.
Segundo a empresa, a diversidade na alta liderança também se reflete em diferentes trajetórias profissionais e escolhas pessoais entre as executivas. A diretoria reúne mulheres em fases distintas da vida, incluindo profissionais com filhos adultos, executivas que conciliam a liderança com a criação de crianças pequenas e aquelas que optaram por não ter filhos.
“Ao reconhecer e acolher essas diferentes escolhas, a Neogrid reforça que carreira e vida pessoal não devem ser encaradas como impeditivos, mas como dimensões legítimas e igualmente respeitadas na construção de uma trajetória profissional sustentável”, completa Hanah.
Entre janeiro e dezembro de 2025, 53% das promoções e méritos concedidos na empresa foram destinados a mulheres. A companhia informa que a distribuição está relacionada à política de equidade salarial e a critérios de reconhecimento definidos internamente.
Dados da Pulses, plataforma da Gupy utilizados pela empresa, indicam mudanças na percepção interna das colaboradoras. Levantamento realizado em novembro de 2025 apontou índice de 74 pontos na percepção de justiça distributiva entre mulheres, frente a 71 entre homens. Em oportunidades internas, o índice foi de 78 entre mulheres e 75 entre homens. No indicador de orgulho e atratividade, o resultado foi de 81 entre mulheres e 77 entre homens.
Para os próximos anos, a Neogrid pretende conectar sua agenda de diversidade à estratégia de transformação digital. A empresa planeja preparar mulheres em diferentes níveis da organização para funções de liderança em um contexto orientado por inteligência artificial.
“O futuro da liderança passa pela capacidade de integrar tecnologia, análise de dados e tomada de decisão estratégica. Nosso compromisso é garantir que mais mulheres estejam preparadas para liderar nessa nova dinâmica, com uma mentalidade IA-first e visão de impacto”, afirma Hanah.
Segundo a companhia, a estratégia inclui ampliação de programas de desenvolvimento, mentorias e capacitações técnicas voltadas à formação de lideranças. A proposta é ampliar a participação feminina em posições de maior responsabilidade enquanto prepara profissionais para demandas relacionadas ao uso de dados e inteligência artificial nas decisões de negócio.
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