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Fidelização, IA e parcerias lideram tendências do varejo físico e digital em 2026, aponta especialista

Diretor de marketing da Stix elenca seis movimentos que devem moldar o setor no ano

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Stix; tendências

Personalização, conveniência e integração entre canais físicos e digitais estão entre as principais tendências que devem marcar o varejo em 2026, segundo Alex Rodrigues, diretor de Marketing e Comercial da Stix, maior rede de programas de fidelidade do varejo brasileiro.

“O consumidor moderno não busca apenas um produto, mas uma experiência integrada e relevante. As tendências para este ano refletem essa demanda por um varejo mais inteligente, que utiliza a tecnologia para criar laços duradouros e benefícios tangíveis, com uma forte inclinação para a fidelização, o omnichannel e a parceria entre grandes marcas”, afirma o executivo.

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O especialista elenca seis tendências para o setor:

A primeira é o uso de inteligência artificial e agentes inteligentes no comércio, com aplicação voltada à personalização de ofertas, otimização do tempo dos lojistas e melhora da experiência de compra por meio de recomendações.

A segunda é a fidelidade como infraestrutura estratégica. Para Rodrigues, programas de fidelidade deixam de ser apenas mecanismos de recompensa e passam a funcionar como plataformas de relacionamento e dados. “O varejo deixou de competir apenas por preço ou sortimento. Hoje ele compete por relacionamento. Quem conseguir construir o melhor ecossistema de benefícios e dados com o consumidor terá vantagem real no mercado”, afirma.

A terceira tendência é a de experiências imersivas e phygital, com lojas físicas se transformando em espaços de experiência com realidade aumentada e interações digitais integradas ao ambiente online.

A quarta é o recommerce e a economia circular, com programas de fidelidade passando a incentivar práticas sustentáveis, como premiação por compras conscientes e doações para causas sociais e ambientais.

A quinta envolve novas fontes de receita, com destaque para a monetização de espaços digitais via redes de retail media, que permitem campanhas direcionadas e análise de dados para impulsionar vendas.

A sexta é a colaboração entre marcas de diferentes segmentos como forma de ampliar valor para o consumidor. “O varejo caminha para um modelo cada vez mais colaborativo, em que marcas se conectam para oferecer mais valor ao consumidor. A fidelidade deixa de ser apenas um programa e passa a ser uma plataforma de relacionamento”, conclui o executivo.

Imagem: Divulgação

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