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Por que o ensino bilíngue virou prioridade das famílias brasileiras
Dias desses publiquei uma enquete no LinkedIn perguntando: por que a educação bilíngue tem crescido tanto no Brasil? As respostas mostraram algo interessante: não existe apenas um motivo.
Alguns destacaram a preparação para o mercado de trabalho global. Outros falaram sobre desenvolvimento cognitivo desde cedo. Na prática, todos esses fatores ajudam a explicar um movimento que tem ganhado força nos últimos anos.
Segundo dados da Associação Brasileira do Ensino Bilíngue (ABEBI), o Brasil já conta com mais de 1.200 escolas bilíngues, número que cresceu de forma significativa nas últimas décadas acompanhando a demanda das famílias por uma formação mais conectada com o mundo.
Mais do que aprender um novo idioma, muitas famílias estão buscando ampliar o repertório cultural dos filhos e desenvolver habilidades que serão cada vez mais importantes no futuro, como comunicação, autonomia e capacidade de adaptação.
No Kumon, vemos isso de perto. O estudo do inglês acontece de forma progressiva e no ritmo de cada aluno, permitindo que a criança desenvolva compreensão e confiança no aprendizado da língua.
Quando olhamos para esse cenário, fica cada vez mais claro que aprender outro idioma deixou de ser apenas um diferencial. Ele passou a fazer parte de uma formação mais ampla, voltada para preparar crianças e jovens para um mundo cada vez mais conectado.
E você, como enxerga esse movimento?

(*) Julio Segala. Atua no franchising há 29 anos, graduado em Engenharia Elétrica, Matemática e Física, Mestre em Engenharia, Pós-Graduado em Gestão de Negócios, atualmente Vice-presidente de Operações no Kumon América do Sul, membro dos comitês de Microfranquias & Novos Modelos e Educação da ABF e instrutor dos programas de capacitação da ABF.
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