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E-commerce fatura R$ 1,2 bilhão com camisas de futebol em 2026, impulsionado pela Copa do Mundo

Camisa oficial da seleção brasileira vendeu 915 mil unidades desde o lançamento em março, com faturamento de R$ 382 milhões; região Norte registra maior crescimento, de 126,1%

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A categoria de camisas de futebol no e-commerce brasileiro faturou R$ 1,2 bilhão entre 1º de janeiro e 2 de junho de 2026, crescimento de 80,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume de vendas superou 4,05 milhões de unidades, alta de 69,1%, com preço médio de R$ 295,90. Os dados são da Confi, ecossistema de inteligência para o varejo brasileiro, por meio de sua plataforma Neotrust, que monitora transações de mais de 7 mil lojas parceiras.

O principal motor do crescimento foi a camisa oficial da seleção brasileira. De 13 de março, data do lançamento do novo modelo, até 2 de junho, 915 mil unidades foram comercializadas a um preço médio de R$ 417,50, totalizando faturamento de R$ 382 milhões.

“Entre 1º de janeiro e 12 de março, as camisas da seleção registravam uma demanda moderada, representando 5,1% do faturamento total da categoria de camisas de futebol. A partir do dia do lançamento do novo modelo, o mercado testemunhou uma explosão de consumo”, afirma Pedro Chiamulera, CEO da Confi. No intervalo de 13 de março a 2 de junho, a camisa da seleção saltou para 48,7% de representatividade no faturamento total da categoria. “Esse ganho expressivo de market share em um intervalo tão curto demonstra o forte apelo comercial do item e a urgência do torcedor em se preparar para a Copa do Mundo após a revelação do modelo oficial”, acrescenta.

Perfil do consumidor

Os dados indicam predominância do público masculino, que responde por 78,2% das aquisições, enquanto as mulheres representam 21,8%. No recorte por idade, o consumo se concentra na faixa de 25 a 44 anos, com diferenças entre os gêneros: entre os homens, a maior fatia está na faixa de 35 a 44 anos (34,8%), enquanto entre as mulheres o pico ocorre na faixa de 25 a 34 anos (33,6%).

Regiões

O Sudeste lidera com 65,9% de representatividade no faturamento da categoria, movimentando R$ 790,5 milhões, alta de 80,1% na comparação anual. As maiores taxas de aceleração, no entanto, vêm de outras regiões. O Norte registrou crescimento de 126,1%, seguido pelo Centro-Oeste (99,5%) e Nordeste (93,5%). “Devido a esse ritmo acelerado, essas três regiões ganharam maior participação de mercado em relação ao ano anterior”, aponta Chiamulera.

Imagem: Reprodução/Nike

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