ESG
Natura lidera ranking de responsabilidade ESG no Brasil pelo 12º ano consecutivo
Empresa ocupa o primeiro lugar nas três categorias do Ranking Merco ESG 2025: Meio Ambiente, Âmbito Social e Governança
A Natura lidera pelo 12º ano consecutivo o Ranking Merco de Responsabilidade ESG no Brasil, ocupando também a primeira colocação nas três categorias que compõem a avaliação: Meio Ambiente (E), Âmbito Interno, Clientes e Sociedade (S) e Ética e Governança Corporativa (G).
“Na Natura, a sustentabilidade se manifesta na nossa forma de fazer negócios, não sendo o ESG uma agenda paralela. Este reconhecimento prova que a nossa atuação, desde o desenvolvimento de bioativos amazônicos até o fomento da nossa rede de Consultoras de Beleza, é sustentada por uma governança inegociável, onde a ética e a transparência guiam cada decisão”, afirma Ana Costa, vice-presidente de Sustentabilidade, Jurídico e Reputação Corporativa da Natura.
A companhia atua há mais de 25 anos no desenvolvimento de cadeias da sociobiodiversidade na Amazônia, contribuindo para a conservação de 2,2 milhões de hectares de floresta em parceria com mais de 10,5 mil famílias agroextrativistas. Em 2025, a Natura lançou sua Visão 2025-2050, com metas de zerar as emissões líquidas de escopos 1 e 2 até 2030 e do escopo 3 até 2050. A empresa também registrou nota A em Clima pelo CDP, principal plataforma internacional de avaliação de transparência e ações climáticas corporativas.
Para mensurar seus impactos, a Natura utiliza a metodologia Integrated Profit and Loss (IP&L), que atribui valor monetário aos impactos nos capitais social, humano e ambiental. Segundo a empresa, para cada R$ 1 de receita, são gerados R$ 2,50 em impacto socioambiental positivo nas operações na América Latina.
Metodologia
O Ranking Merco Responsabilidade ESG avalia empresas com faturamento acima de R$ 200 milhões por ano no Brasil, com base em avaliações da alta direção de empresas, profissionais de responsabilidade social, analistas financeiros, ONGs, sindicatos, associações de consumidores, jornalistas, representantes do governo e gestores de mídias sociais, além de dados fornecidos pelas próprias companhias.
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