Comportamento

Avaliações de consumidores lideram decisão de compra online

Pesquisa da Optimiza Marketing ouviu mil consumidores brasileiros e aponta que avaliações superam vídeos, artigos e respostas de IA na hora de decidir compras pela internet

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As avaliações de consumidores são o formato que mais pesa na decisão de compra online para 43,5% dos brasileiros, segundo o estudo O Mapa da Busca no Brasil 2026. O percentual supera vídeos curtos, citados por 21,5% dos entrevistados, e textos ou artigos, apontados por 15,5%.

O levantamento foi feito pela Optimiza Marketing em parceria com a AB Pesquisas, Insights e Tendências. A pesquisa ouviu mil consumidores de diferentes regiões e classes sociais do Brasil em dezembro de 2025, por meio de questionário online.

Vídeos longos e transmissões ao vivo com demonstração de produto empataram, com 6,4% cada. As respostas de inteligência artificial foram escolhidas por 3,6% dos entrevistados, e os influenciadores, por 2,2%. Outros formatos somaram 0,9%.

A pergunta pedia que cada participante indicasse o formato de maior influência em sua decisão, ainda que diferentes conteúdos possam ser consultados ao longo da jornada de compra.

O peso das avaliações de consumidores

O peso das avaliações varia por perfil. Entre as mulheres, o percentual chega a 49%. Na classe C, atinge 51%. Já os vídeos curtos têm maior adesão entre a Geração Z, escolhidos por 25% dos participantes dessa faixa etária.

A pesquisa também mediu a confiança do consumidor nas avaliações. Comentários genéricos ou publicados em grande quantidade em curto período despertam desconfiança, segundo o levantamento. Relatos específicos, contextualizados e acompanhados de resposta da empresa tendem a pesar mais na decisão.

O estudo situa a posição dos influenciadores na jornada de compra. O percentual de 2,2% mede o formato de maior influência imediatamente antes da decisão final, não a capacidade de um criador de conteúdo gerar descoberta ou despertar interesse em etapas anteriores.

O mesmo vale para as respostas de inteligência artificial. O índice de 3,6% não mede alcance ou volume de uso dessas ferramentas, apenas a parcela de consumidores que as escolheu como formato decisivo naquele momento específico da compra.

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Imagem: Magnific

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