Franchising

Papa Johns busca master franqueado para desafiar Domino’s e Pizza Hut no Brasil

Terceira maior rede de pizza do mundo negocia com pelo menos cinco grupos interessados em operar a marca no país, com primeira loja prevista para São Paulo

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Papa Johns Brasil

A Papa Johns, terceira maior rede de delivery de pizza do mundo, avalia entrar no Brasil e já negocia com pelo menos cinco grupos interessados em se tornar master franqueados da marca no país. A companhia tem cerca de 6 mil restaurantes em quase 50 países, 16 deles na América Latina, com operações fortes no Chile e no Peru.

São Paulo é a porta de entrada da Papa Johns no Brasil

A rede busca um ou mais parceiros com capital, experiência na operação de restaurantes e capacidade de desenvolver a marca em várias regiões do país. São Paulo é o ponto de partida definido, mas Rio de Janeiro e Brasília também estão no radar da expansão.

A escolha de São Paulo tem relação direta com o tamanho do mercado: somente a capital paulista produz mais de 800 mil pizzas por dia, segundo a Associação Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra).

Essa não é a primeira tentativa da Papa Johns no Brasil. A companhia já havia anunciado planos de entrada em 2011, mas o projeto não avançou porque não encontrou um parceiro considerado adequado, segundo John Matter, diretor global de desenvolvimento da marca, em entrevista à Exame.

Com a retomada dos planos em 2026, a expectativa da empresa é abrir a primeira unidade em São Paulo até o fim de 2027 ou o início de 2028, mas essa data ainda não está confirmada e depende da formalização de uma parceria.

Para se diferenciar de concorrentes já estabelecidos no país, a Papa Johns aposta no posicionamento em torno da qualidade dos ingredientes: a empresa afirma que sua massa é feita com seis ingredientes e nunca é congelada, e que os vegetais usados nas pizzas são cortados nas próprias lojas.

“Estamos muito entusiasmados em expandir nossa marca no maior mercado da América do Sul”, disse John Matter.

Ainda não há definição pública sobre o modelo final de operação no Brasil, o número de master franqueados nem o nome de um executivo à frente da operação brasileira.

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Imagem: Reprodução

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